terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Sine qua none

Obriguei-me a passar por aquela rua deserta, tão deserta como o jardim que me agasalhou, durante este inverno, da demência do outono obsoleto...
Talvez fosse esta a condição "sine qua none" para atravessar a ténue ponte em direcção a uma primavera clandestina!!!

1 comentário:

Anónimo disse...

A curiosidade matou o gato... eu já estou morto há MUITO tempo!!!
Tenho medo de te ver partir...
Esta é só mais uma entre o milhar de vezes que te vou pedir para te deixares estar mais um pouco...

Rodrigo