quinta-feira, 13 de março de 2008

Liberdade da destruição...

A minha melhor obra de arte, ontem construída a partir de mim própria e que hoje, apesar de me oferecer um poder de concretização, a vejo como um processo de sucessão e de passagem, um work-in-progress produzido ao som minha própria história. Assim que a der por concluída, tomarei conta do seu espaço com total liberdade de destruição... e se iniciará um novo circuito de cumplicidades...

1 comentário:

João disse...

Que medo...!
Estás no ponto miúda!!! :)
Sem comentário possível...
Vai haver novo Encontro de Olhares aqui no Porto, está atenta no site...
Beijo